A entrevista surge, uma vez que o líder da UGT é nesta altura acusado pelos adversários de promiscuidade para com o Governo socialista e com os patrões da indústria. Como é óbvio, Proença nega tudo, mas não exclui a possibilidade de um dia vir a integrar o governo.
Da minha leitura "em diagonal", apenas destaco três questões:
Q1) Pode tornar-se num boy do PS?
Nunca precisei dos jobs for the boys ou dos jobs for the friends.
Q2) Já meteu cunhas para amigos?
(silêncio)
Q3) O seu silêncio denuncia-o.
Não, não. Estamos numa sociedade em que toda a gente fala com toda a gente. Se se entender isso como cunha, com certeza!
NO COMMENTS FOR THE BOY JOÃO PROENÇA!
Ainda mais petiscos...
Há 15 anos
1 comentário:
Adoro eufemismos... sim, para quê ferir sensibilidades? Eu acho que ele dava bem para os cuidados paliativos - contanto que não tivesse o feitiço do Pinnochio a denunciá-lo, evidentemente...
Cat
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