quarta-feira, setembro 12, 2007

9/11

No outro dia fui confrontado com uma simples complexa questão e passo a citar: "Qual foi para si o momento mais marcante da história que mudou aquilo a que nós hoje chamamos de Humanidade / Planeta Terra?"

Eu ao analisar a história recente ou pelo menos aquela que marca mais os que ainda estão vivos e sentiram a situação na pele, destaquei sem hesitar o período da II Guerra Mundial e o pós 1945 com o aparecimento das duas grandes potências Rússia e EUA. O fim das ditaduras, o fim de Hitler e toda a grande denominada, se assim mo permitem, raia graúda à qual se juntava Mussolini, o duce. Se estes tivessem ganho a guerra e continuassem vivos mais uma década ou duas, como seria a humanidade como a conhecemos? Uma coisa é óbvia o nazismo teve e ainda tem o seu maior triunfo que foi a quase não existência de judeus por esse Europa fora, destaque-se UE.
Os antigos ditadores seriam vistos como DEUSES e mais, seriam vistos com orgulho e como um modelo a seguir, na Europa e no Mundo.O que por si só não reuniria condições para aquela que hoje é um objecto de cobiça e dispusta por excelência: a UE de Jean Monet, que por esta altura deve dar voltas e voltas no túmulo . . . 27 países é comédia! Já Salazar alimentava os seus filhos com uma sardinha, uma sardinha para cada 5, no fundo é o que se passa na UE.

A própria Europa em mutução constante será capaz de se aguentar com cada vez mais países? Será que o projecto inicial pensado para 6, é aplicável para mais 21? Será que faz sentido falar de uma União Europeia ou de uma União de interesses?

O que se passa actualmente é que a ideia Europa não tem muito por onde se lhe pegue e a falta de ideias capazes de mobilizar os seus parecem ser cada vez menos, a última: o aparecimento do euro foi excelente para um sentimento de pertença ao que é ser europeu. Hoje isso não acontece e o ser Europeu complica-se, atente-se por exemplo na diversidade linguistica desde o latim ao germânico, para não continuar.

A Turquia . . . olha lá está ela com um pentelho de fora, parece fazer cócegas à Europa e então? A Turquia na UE só tem um lado positivo, ou seja, a ligação com o mundo árabe, de resto pouco mais? Mais um filho pa criar e lavar roupa? Não, obrigado! E mais até que ponto Marrocos, não pode alegar entrar na UE, dada a distância geográfica? Sem dúvida um argumento válido.

Só uma coisa . . . alguém se lembra do 9/11?

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